Participei da roda sobre desfralde e saí de lá mais leve. Foi um alívio encontrar um espaço acolhedor, mas que também nos faz pensar e questionar tantas certezas sobre o “jeito certo” e a “hora certa”. Fiquei com a certeza no coração de que desfraldar seja um pouco como aprender a andar: podemos estar por perto, oferecer a mão e preparar o caminho, mas é a criança que, aos poucos, encontra o próprio passo.

(mãe de uma criança de 2 anos e 5 meses)