saúde mental paterna

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As mudanças relacionadas aos papéis sociais das mulheres e a diversidade de arranjos familiares têm reposicionado os papéis sociais dos homens. No que se refere à paternidade, em lugar de figuras autoritárias e provedoras, entram em cena pais afetuosos, participativos e corresponsáveis pelos cuidados com os filhos. Porém, por mais que essas mudanças promovam a equidade de gênero e o vínculo entre pai e filhos, a experiência da paternidade ainda carrega vieses inconscientes do modelo patriarcal, além de marcas culturais, heranças transgeracionais e vivências pessoais que podem trazer muita angústia e até sofrimento na travessia de tornar-se pai.

Reconhecer as situações em que esses vieses operam, buscando soluções para que eles se diluam, e acolher as delícias, dilemas, desafios, dificuldades e dores vividas nesse processo é uma forma de apoio aos pais no exercício da paternidade.

Essa roda de conversas acolhe as dificuldades vividas na relação com o bebê e a criança pequena, ampliando diálogos e reflexões sobre sentimentos comuns e fatores de risco à saúde mental que perpassam a experiência paterna.

Quando: 10 de agosto, quarta, das 20:00 às 21:30 (horário de Brasília).

Coordenação: Patrícia L. Paione Grinfeld, psicóloga (CRP 06/50829).

Para participar do ciclo de conversas sobre paternidade hoje, inscreva-se aqui.

O link para a roda de conversas será enviado por e-mail até uma hora antes do início do encontro.

Se você tem um vale-presente ele será usado na etapa seguinte, depois de clicar em “comprar”.

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