o mundo mudou, as famílias mudaram. sua empresa acompanha essas mudanças?

A parentalidade exige rearranjos que impactam as relações dentro e fora da família. A qualidade do suporte recebido por mães e pais, especialmente nos primeiros anos dessa jornada, deixa marcas no modo como essas relações se estabelecem, podendo favorecer:

o desenvolvimento e o bem estar individual, familiar e comunitário

o equilíbrio entre família e carreira

mais do que um benefício, uma forma de cuidado

Benefícios corporativos a mães e pais já fazem parte do cotidiano de muitas empresas.

atraem e retêm talentos
promovem a equidade de gênero, a diversidade e a inclusão
reduzem custos nos cuidados com a saúde e no absenteísmo no trabalho
propiciam o bem estar dos colaboradores e de suas famílias
Porém, nem sempre esses benefícios oferecem o suporte emocional que as famílias necessitam para enfrentar os desafios apresentados pela parentalidade e na primeira infância.

Na Ninguém Cresce Sozinho, mães, pais ou cuidadores, e quem pretende ter ou tem dúvida se quer ter filhos:

são escutados em sua singularidade, sem julgamento ou cobrança
têm diferentes espaços para a troca de experiências e o acolhimento de suas vivências emocionais
Ao oferecer aos seus colaboradores condições para lidarem com os desafios de ter (ou não) filhos, criar e educar bebês e crianças, sua empresa oferece um benefício permanente: a promoção da saúde mental individual e coletiva.

invista
nesse cuidado

“A falta de investimento em saúde mental como uma questão de urgência terá custos de saúde, sociais e econômicos em uma escala que raramente vimos antes.”

Shekhar Saxena, Diretor do Departamento de Saúde Mental e Abuso de Substâncias da Organização Mundial da Saúde (2018)

os transtornos mentais são responsáveis por mais de um terço do número total de incapacidades nas Américas, o que leva a saúde mental ser cada vez mais reconhecida como uma prioridade global de saúde e desenvolvimento econômico (OMS, 2019)
mais de 320 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de depressão, sendo maior a prevalência entre as mulheres (OMS, 2017)
mundialmente, cerca de 10% das mulheres grávidas e 13% das que acabaram de dar à luz apresentam algum transtorno mental, principalmente a depressão (OMS, Saúde Mental Materna)
25% das brasileiras são acometidas por depressão pós-parto (Theme, 2016)
10% dos homens sofrem de depressão pós-parto, taxa que sobre para 50% quando a companheira tem o mesmo transtorno (Paulson e Bazemore, 2010)
Ações de promoção e prevenção em saúde mental reduzem os riscos de adoecimento psíquico evitando o surgimento ou minimizando o agravamento de transtornos mentais.

quanto mais cedo investir,
maior o retorno

Investir em programas de qualidade na primeira infância traz retorno de 13% ao ano sobre o investimento, segundo o professor e Prêmio Nobel de Economia James Heckman.

Fonte: Heckman Equation, 2013.

Como a constituição da parentalidade e da subjetividade estão interligadas, os programas voltados à primeira infância invariavelmente devem incluir mães, pais e cuidadores.

cuidar de quem cuida é cuidar do futuro

A chegada de um bebê ou criança na família exige muitas mudanças, afetando de modo mais ou menos intenso a vida psíquica.

Quando famílias encontram espaços de troca, acolhimento e escuta, pequenos descompassos podem ser solucionados, evitando que experiências não elaboradas e certos modos de relacionamento resultem em sofrimento psíquico e, no caso de bebês e crianças, comprometimento no desenvolvimento.

presenteie oferecendo um cuidado

Ofereça aos seus colaboradores vales-presentes para plantões, rodas de conversas e orientações a pais.

Quem ganha o presente tem a flexibilidade de escolher os serviços que melhor atendem às suas demandas e à singularidade de cada família.

customize ações e programas voltados à
parentalidade e primeira infância

Além dos vales-presentes, também ajudamos sua empresa na promoção e prevenção da saúde mental através de:

consultoria para implementação de ações e programas na empresa e na comunidade
produção de conteúdo sobre aspectos emocionais da perinatalidade, parentalidade e primeira infância
mediação de comitês de parentalidade
grupos com famílias expatriadas
rodas de conversas “on demand”
rodas de leituras
oficinas lúdicas e literárias

vamos juntos?