Ninguém Cresce Sozinho | vínculos afetivos
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Por Camila Saboia* e Paloma Vega** O trabalho da intervenção precoce fundamenta-se pela possibilidade de oferecer um testemunho para a construção do laço afetivo entre mãe e bebê, isto é, uma possibilidade de escutar e oferecer meios para que a dupla possa se ajustar, no processo da construção da mulher de tornar-se mãe e do bebê de tornar-se filho e sujeito. A...

Por Patrícia L. Paione Grinfeld Alguns benefícios da leitura na primeira infância já são bastante conhecidos, como estes apresentados pela Campanha “Receite um livro”  realizada em 2015 pela Sociedade Brasileira de Pediatria, Fundação Itaú Social, e Fundação Maria Cecília Souto Vidigal. Porém, pouco falamos sobre como a leitura, enquanto veículo de linguagem, contribui para o processo de subjetivação do bebê. Lembremos, de saída, que a linguagem...

Por Gabriela Amaral Muito se fala sobre a amamentação e os seus benefícios, mas e o desmame? Apesar de ser um assunto pouco falado pelos profissionais e instituições da saúde e com pouca bibliografia produzida, ele não deixa de ser um momento importante da relação mãe-bebê gerando, por sua vez, muitas dúvidas e angústias.  Muito mais difundidas estão as ações e...

Por Patrícia L. Paione Grinfeld Os jargões diagnósticos estão na “boca do povo”. Assim, não é de se estranhar que, com a chegada do bebê, a mulher, tomada por um amontoado de novas experiências e sentimentos quase sempre contraditórios e incômodos, seja prontamente “classificada” (por ela mesma, pela família, pelos amigos, enxeridos ou especialistas) com o benigno baby blues ou com...

Por Vitória Regis Gabay de Sá* Quando convidada a escrever sobre a primeira infância desde a perspectiva da escola por uma colega da Ninguém Cresce Sozinho, logo me lembrei do ditado africano que diz que é necessária uma aldeia inteira para criar uma criança. Afinal, ninguém cresce sozinho! Especialmente nos centros urbanos, a escola de educação infantil faz o papel de aldeia,...

Por Patrícia L. Paione Grinfeld Quem transita pelo universo parental já deve ter se deparado com a frase: “mais vale a qualidade do que a quantidade de tempo dispendido com os filhos”. Deve, também, ter ouvido algo em torno da ideia de que “qualidade só é possível diante de certa quantidade de tempo”. Estejamos de um lado ou de outro, podemos dizer...

Por Silvia Bicudo Uma questão que se apresenta com frequência quando pensamos no desenvolvimento e educação infantil diz respeito a como fazer com que a criança pequena se desenvolva dentro dos parâmetros familiares e sociais. Em outras palavras, como fazer para que uma criança cresça obedecendo às regras, combinados e códigos, sejam eles estipulados dentro do microcosmo familiar, como a sequência...

Por Carla A.B. Gonçalves Kozesinski e Patrícia L. Paione Grinfeld A legalização da separação matrimonial, e do divórcio, ocorridas há algumas décadas em nossa sociedade, permitiu novos e distintos arranjos familiares. Contudo, apesar dessas mudanças, ainda escutamos em diferentes circunstâncias e meios que Fulaninho apresenta tal e qual comportamento porque os pais se separaram ou são separados. Por mais que a vida...

Por Silvia Bicudo Quando vemos um bebê pegando um objeto, sentando sem apoio, engatinhando, ou uma criança correndo e pulando, temos a impressão de que as conquistas motoras se dão naturalmente através do crescimento infantil. Todavia, o desenvolvimento motor não está garantido pela passagem dos anos, nem atrelado apenas às faixas etárias, como estamos acostumados a pensar e, muitas vezes, encontrar...

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