Ninguém cresce sozinho | sofrimento
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Por Carla A. B. Gonçalves Kozesinski Para muitos pais adotivos e pretendentes à adoção, a necessidade de contar ao filho sobre a adoção gera muita ansiedade e insegurança. Esses sentimentos podem ser vividos de forma tão intensa que alguns pais acabam protelando, ou não contando. Na minha experiência com essas famílias, verifico que os principais entraves estão relacionados a três aspectos: contar...

Por Silvia Bicudo A sistematização de alguns sintomas psíquicos sob o nome de autismo foi proposta por Leo Kanner em 1943. De lá para cá diversas áreas da saúde vêm se dedicando ao seu estudo e pesquisa, sendo este um tema que provoca divergências marcantes no modo como os diferentes profissionais (neurologistas, pediatras, psiquiatras, psicólogos, psicanalistas, entre outros) compreendem sua causa...

Por Patrícia L. Paione Grinfeld O que está em jogo na pergunta título deste texto não é a gramática, mas o sentido desses adjetivos na vida da criança. Não é difícil ouvir ou falar que fulaninho é maroto, grosseiro e indelicado a tal ponto que nem mesmo Madame Poças Leitão – a mais famosa professora de boas maneiras para a aristocracia...

Por Patrícia L. Paione Grinfeld Quando li Infância de retalhos, no blog Padecendo no Paraíso, encantei-me com a franqueza com que a mulher que o escreveu relata sua história pessoal de abuso sexual sofrido e silenciado por quase a metade de sua infância. Em cada linha, seu rico testemunho apresenta os meandros de uma trama comum e recorrente em diversas famílias, inclusive nas tradicionais, “perfeitinhas”...

Por Patrícia L. Paione Grinfeld A criança se depara com a morte a partir da curiosidade acerca de seu significado ou diante de sua concretude. Por volta dos três anos, ela começa a tecer as primeiras questões sobre o tema, ao mesmo tempo em que seu interesse pela origem dos bebês é despertado. Isto não é coincidência. Ao se questionar sobre sua própria origem...

Por Veronica Esteves de Carvalho Como psicoterapeuta, percebo que é cada vez maior o número de pais que solicitam atendimento psicológico a seus filhos, inclusive para os muito pequenos (entre 2-3 anos de idade). Tais solicitações, invariavelmente, me fazem questionar e avaliar a real necessidade e demanda daquele que me procura. Será que estas crianças realmente precisam de psicoterapia? O que leva esses...

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