Ninguém Cresce Sozinho | intervenção precoce
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Por Silvia Bicudo Ao abordarmos o desenvolvimento da linguagem na infância, é comum que no imaginário social consideremos apenas a dimensão da linguagem enquanto código compartilhado. Ou seja, o nome pelo qual cada objeto, ser vivo ou inanimado, afetos, sentimentos e etc., é socialmente reconhecido. Desvendar essa primeira relação entre a palavra e sua representação é parte fundamental do processo, mas...

Por Silvia Bicudo Quando, enquanto psicanalistas, nos deparamos com um caso em que uma criança apresenta sinais de risco para o desenvolvimento, como um atraso motor ou na linguagem, dificuldade de contato com os outros e, ao mesmo tempo, apresenta também um diagnóstico orgânico, seja ele “bem” delineado, como uma galactosemia tipo 1 (a ser definida mais adiante), ou um diagnóstico...

Por Lenara Spedo* A ideia de que “lugar de criança é na escola” atualmente é um consenso, mas não foi desde sempre assim. É a partir da Idade Moderna que a escola torna-se o lugar por excelência do infantil. E no que se refere às crianças ditas “especiais”, essa história é ainda mais recente. Tentemos nos lembrar: quantos de nós tivemos...

Por Silvia Bicudo A sistematização de alguns sintomas psíquicos sob o nome de autismo foi proposta por Leo Kanner em 1943. De lá para cá diversas áreas da saúde vêm se dedicando ao seu estudo e pesquisa, sendo este um tema que provoca divergências marcantes no modo como os diferentes profissionais (neurologistas, pediatras, psiquiatras, psicólogos, psicanalistas, entre outros) compreendem sua causa...

Por Adriana Fontes* e Ana Paula Dias Fernandes Pacheco** O advento da fala de um bebê é tão esperado que não é de estranhar que muitas vezes a ansiedade dos pais diante das primeiras palavras faz com que peçam a seus filhos a repetição dessas para que amigos e familiares aproveitem deste momento especial. O bebê, por sua vez, entra no jogo, ora repetindo,...

Por Veronica Esteves de Carvalho Como psicoterapeuta, percebo que é cada vez maior o número de pais que solicitam atendimento psicológico a seus filhos, inclusive para os muito pequenos (entre 2-3 anos de idade). Tais solicitações, invariavelmente, me fazem questionar e avaliar a real necessidade e demanda daquele que me procura. Será que estas crianças realmente precisam de psicoterapia? O que leva esses...

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