Ninguém cresce sozinho | 2 anos
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Por Patrícia L. Paione Grinfeld O relato de pais sobre o aparecimento e o desaparecimento “misterioso” de objetos no entorno da criança é bastante comum. Na mochila escolar do filho surgem canetinhas que não são dele; no bolso da calça, uma moeda de origem desconhecida; na caixa de brinquedos, um aviãozinho que ninguém sabe como pousou lá. Da mesma forma, não se acha na bolsa da...

Por Patrícia L. Paione Grinfeld Em outro texto falei sobre alguns livros que inspiram brincadeiras com caixas de papelão, lenço e jornal. Para a criança qualquer objeto ganha vida quando ela é permitida explorá-lo. Um balde se transforma em cesta mágica. O coador, em chapéu com furinhos para o cabelo respirar. Um graveto, em varinha de condão. A cama dos pais, em...

Por Patrícia L. Paione Grinfeld O título, e tema, deste post foi inspirado no texto O dia em que parei de mandar minha filha andar logo, de Rachel Macy Stafford. Seu depoimento, que tem provocado lágrimas, suspiros, desespero e coragem em muitas mães (e pais), espelha a realidade da grande maioria dos mortais: a infindável maratona de correr contra o tempo para...

Por Patrícia L. Paione Grinfeld O que está em jogo na pergunta título deste texto não é a gramática, mas o sentido desses adjetivos na vida da criança. Não é difícil ouvir ou falar que fulaninho é maroto, grosseiro e indelicado a tal ponto que nem mesmo Madame Poças Leitão – a mais famosa professora de boas maneiras para a aristocracia...

Por Patrícia L. Paione Grinfeld Quem é quem entre os Irmãos Metralha? Difícil responder. Os irmãos, criados em 1951 por Carl Barks, ilustrador dos estúdios Disney, são identificados por um número escrito em suas camisetas, sempre variando entre 1, 6 e 7 (176-671, 176-761, 176-176, etc.). Se os números das camisetas não aparecem, não temos como saber quem é quem. Entre os gêmeos...

Por Veronica Esteves de Carvalho Estava indo tudo bem, crianças brincando juntas, até que uma delas começa a encrencar com a outra. A brincadeira transforma-se em gritos, xingamentos, empurrões, puxões de cabelo, tapas, mordidas e arranhões. Mãe, o fulaninho me bateu! Pai, a fulaninha pegou meu brinquedo e não quer devolver! Pára, você é muito chato! Sai daqui! Te odeio! O que acontece e o que as crianças...

Por Veronica Esteves de Carvalho Quem, quando criança, nunca teve medo de fantasma, de escuro, de morrer, de perder alguém querido, de ser abandonado? Quem não sentiu medo de médico, de dentista, de injeção ou de fazer coisas ainda não conhecidas? E medo de palhaço, de animais e outros tantos de uma lista infindável? Se você não se lembra de um medo...

Por Patrícia L. Paione Grinfeld Presente é o oposto da ausência; é o tempo atual, o tempo do aqui e agora. Presente é o que se dá a alguém. Palavras homônimas cujos significados se entrelaçam ao brindar um momento especial. Os presentes carregam afetos de quem presenteia e provoca outros em quem ganha. É uma forma de marcar presença. Seu valor não está no quanto se...

Por Silvia Bicudo Escrevi em outro texto sobre os sentidos e significados que podem ser atribuídos às mordidas, tapas e puxões de cabelo, dados e recebidos, pelas crianças pequenas. Aqui, todavia, escrevo sobre o papel do adulto nestas situações, bem como os manejos possíveis. São pelo menos duas as posições dos adultos neste contexto: ou eles são os responsáveis pela criança que...

Por Patrícia L. Paione Grinfeld O processo de adaptação na escola é um período de múltiplas integrações: criança-família, criança-escola, família-escola, não se restringindo apenas às crianças que ingressam na vida escolar. As mudanças de escola, de ciclo, de turma, de professores e até mesmo do período de férias para o período de aulas também implicam numa adaptação ou, ao menos, numa...

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