Ninguém cresce sozinho | Primeira Infância
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Por Patrícia L. Paione Grinfeld O brincar é a forma de expressão mais genuína da criança. Através dele a criança transita entre seu mundo interno e externo, revelando seus pensamentos, conhecimentos, desejos e fantasias. Brincando, ela aprende, testa suas hipóteses e limites, bem como seu ambiente; encarna distintos personagens, elabora suas experiências, resolve conflitos. Contudo, aos olhos de muitos de nós, quando...

Por Patrícia L. Paione Grinfeld Embora a sexualidade se expresse no corpo, ela não se limita a ele. Muito da expressão sexual humana se dá em nosso mundo interno, através de fantasias inconscientes que ficam “esquecidas” (recalcadas) e, por isso, difíceis de serem acessadas. Porém, na vida cotidiana, são as manifestações que se dão no corpo ou através dele que nos...

Por Carla A. B. Gonçalves Kozesinski O desenvolvimento da autonomia está atrelado ao desenvolvimento emocional de todo indivíduo. Para atingir esse status, primeiro a criança precisa desenvolver várias competências emocionais, como a noção de si mesma, consciência corporal e capacidade de perceber o ambiente no qual ela está inserida – uma tarefa e tanto! Ou melhor, são várias tarefas, que vão...

Por Patrícia L. Paione Grinfeld Não temos como fazer de conta que a sexualidade não existe nas crianças; ela está no corpo, na fala, nas brincadeiras. Mas quando observamos e reconhecemos sua expressão, muitas vezes somos tomados por sentimentos e ideias confusas e contraditórias. A angústia nos toma e as reações podem ser as mais diferentes possíveis, desde ficar paralisado...

Por Lenara Spedo* A ideia de que “lugar de criança é na escola” atualmente é um consenso, mas não foi desde sempre assim. É a partir da Idade Moderna que a escola torna-se o lugar por excelência do infantil. E no que se refere às crianças ditas “especiais”, essa história é ainda mais recente. Tentemos nos lembrar: quantos de nós tivemos...

Por Patrícia L. Paione Grinfeld Uma criança que pergunta, quer resposta; resposta para aquilo que ela quer saber, entender, confirmar, se assegurar. Resposta que dê sentido às suas inquietações, sejam elas cognitivas e/ou afetivas. No entanto, diante de uma indagação infantil, é preciso estarmos atentos se nossa resposta corresponde ao que a criança perguntou ou àquilo que nós escutamos em sua...

Por Carla A. B. Gonçalves Kozesinski O que define uma família? Até os anos 1970, o conceito de família era definido pela união de um homem com uma mulher através do casamento, e os filhos vindouros dessa relação. Os papéis sociais do homem e da mulher estavam apoiados em uma organização patriarcal – de maneira genérica, podemos dizer, que nesse tipo de...

Por Silvia Bicudo Quando vemos um bebê pegando um objeto, sentando sem apoio, engatinhando, ou uma criança correndo e pulando, temos a impressão de que as conquistas motoras se dão naturalmente através do crescimento infantil. Todavia, o desenvolvimento motor não está garantido pela passagem dos anos, nem atrelado apenas às faixas etárias, como estamos acostumados a pensar e, muitas vezes, encontrar...

Por Carla A. B. Gonçalves Kozesinski Para muitos pais adotivos e pretendentes à adoção, a necessidade de contar ao filho sobre a adoção gera muita ansiedade e insegurança. Esses sentimentos podem ser vividos de forma tão intensa que alguns pais acabam protelando, ou não contando. Na minha experiência com essas famílias, verifico que os principais entraves estão relacionados a três aspectos: contar...

Por Silvia Bicudo A sistematização de alguns sintomas psíquicos sob o nome de autismo foi proposta por Leo Kanner em 1943. De lá para cá diversas áreas da saúde vêm se dedicando ao seu estudo e pesquisa, sendo este um tema que provoca divergências marcantes no modo como os diferentes profissionais (neurologistas, pediatras, psiquiatras, psicólogos, psicanalistas, entre outros) compreendem sua causa...

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